quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Uma viagem libertadora


Tinha um imenso medo de amar
Era grande a vontade, mas não se declarava
Receando não ser correspondido

Assim foi sendo construída aquela muralha
Uma barragem que represava um imenso amor
Mantendo os seus sentimentos nos níveis do comedido

As possantes comportas da razão
Deixavam fluir apenas o suficiente para manter a vazão
Daquele amor avassalador, evitando o transbordamento

Sofria, muito!
Sem ter noção da dimensão do seu sofrimento
Enganava-se dizendo: perde-se “uma”, “outras” virão

O dia chegou e essa “uma” apareceu!
Sorriso meigo, olhar alegre e puro
O coração..., o mais aberto que se possa imaginar

Deixou-se envolver por aquela mulher
E seu coração subitamente deixou-lhe o peito
Viajando por sentimentos jamais vividos

Vivenciou a mais plena felicidade
Libertadora
Condizente com o dia a dia dos corações apaixonados

Agora, já curado do medo de se entregar
Poderá viver de verdade
As delicias do que é realmente amar





segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Padecer na fartura? Quanto sofrimento!


Tem gente que trabalha e infelizmente padece pela falta do dinheiro.
Outras padecem não pela falta de trabalho ou até mesmo do dinheiro, mas sim pelo fato de que o dinheiro é a sua própria doença.


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Chatice versão top




Tem pessoa que possui uma propriedade toda especial de camuflar a sua condição de chata "cinco estrelas".
Coloca-se de a "boazinha inquestionável"!
Assim reverte o quadro de sua chatice top de linha, criando um doloroso sentimento de culpa em suas vítimas.
Vai ter sentimento aversivo como, de uma complexa e bem elaborada falsa bondade dessa?


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Início da morte


A morte inicia a sua funesta caminhada, no exato momento que o coração começa a falhar na sua delicada função de amar.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Nu


Material utilizado: grafite e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


domingo, 22 de novembro de 2015

"Grupo Colcha de Retalhos" canta: Que fim levaram todas as flores?


Meus bons tempos no “Grupo Colcha de Retalhos”

Ensaio Aberto – 23.10.2010

Música: Que fim levaram todas as flores?
Homenagem a Secos & Molhados

Realizado no Auditório da Secretaria de Educação de Jacareí/SP


"Grupo Colcha de Retalhos" canta: Duerme Negrito


Meus bons tempos "Grupo Colcha de Retalhos"
Ensaio Aberto – 23.10.2010

Música: Duerme Negrito
Homenagem a Mercedes Sosa
  

Realizado no Auditório da Secretaria de Educação de Jacareí/SP


"Grupo Colcha de Retalhos" canta: Todo Cambia


Meus bons tempos no "Grupo Colcha de Retalhos"
Ensaio Aberto – 23.10.2010

Música: Todo Cambia
Homenagem a Mercedes Sosa

Realizado no Auditório da Secretaria de Educação de Jacareí/SP


"Grupo Colcha de Retalhos" canta: Amor


Meus bons tempos no "Grupo Colcha de Retalhos"

Ensaio Aberto – 23.10.2010

Música: Amor
Homenagem a Secos & Molhados

Realizado no Auditório da Secretaria de Educação de Jacareí/SP




sábado, 21 de novembro de 2015

"Grupo Colcha de Retalhos" canta: Amora


Meus bons tempos no "Grupo Colcha de Retalhos"

Ensaio Aberto – 23.10.2010

Música: Amora
Homenagem a Renato Teixeira


Realizado no Auditório da Secretaria de Educação de Jacareí/SP


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

"Grupo Colcha de Retalhos" canta: Volver A Los 17



Meus bons tempos no Grupo Colcha de Retalhos

Ensaio Aberto – 23.10.2010

Música: Volver A Los 17
Homenagem a Mercedes Sosa


Realizado no Auditório da Secretaria de Educação de Jacareí/SP


domingo, 15 de novembro de 2015

O vaga-lume curioso


Vagalino seria um vaga-lume tão igual a todos os outros se não fosse tão curioso como era. Como os demais filhos da Dona Vagalina, era elétrico e não tinha parada.
Vivia alegremente voando com seus irmãos e amiguinhos por entre os galhos e folhas, brincando de esconde-esconde dentro das flores ou de liga-desliga nas noites quentes de verão.
Seu Vagalão e Dona Vagalina eram muito carinhosos com seus filhos e viviam orientando-os para que tivessem cuidado com os perigos da mata, principalmente com os objetos que as pessoas jogavam quando passavam por ali.
Mas foi numa noite que Vagalino voava com seus amiguinhos ao longo da estrada que cortava a mata, que acabou esquecendo-se dos conselhos de seus pais. 
O calor estava muito intenso e para refrescar suas asinhas davam voos rasantes junto às árvores e procuravam evitar o leito da estrada, pois aquele chão preto era muito quente. Nesse vai e vem e sobe e desce, percebeu ao longe uma luz vermelhinha que brilhava no meio do mato, próxima da estrada, e ficou atraído por aquilo. Convidou seus irmãos e amiguinhos para irem até lá. Estes porem foram taxativos em dizer “não”, seguindo os conselhos que sempre receberam.
Sabiam que os desobedientes muitas vezes eram encontrados sapecados ou esmagados ao longo da estrada na manhã do dia seguinte. Embora nunca tivessem visto estas cenas, no entanto sempre eram comentadas pelos mais velhos.
Não resistindo à curiosidade despertada por aquela luz tão diferente da dele, acabou separando-se dos demais e seguiu para lá.
Voou, voou e quando chegou bem próximo da luz percebeu um cheiro muito forte e desagradável que vinha junto com uma fumacinha que saia daquela pontinha vermelha. Somente já muito perto é que percebeu que era uma ponta de cigarro.
Conforme foi respirando aquela fumaça quente começou a sentir-se mal. No começo foi uma tontura e depois uma tosse tão forte que Vagalino acabou perdendo o equilíbrio, descontrolou o voo e caiu.
Foi um tremendo tombo, mas por sorte, sobre uma folha de bananeira que lhe amorteceu a queda.   
De onde estava caído dava para ver e sentir aquele cigarro horrível soltando fumaça bem perto de seu nariz, que além de esfolado estava começando também a ficar sapecado.
O que Vagalino também não contava é que num determinado momento aquela pontinha vermelha começou a esquentar as folhas que estavam por perto e estas começaram também a soltar fumaça. Vagalino apavorado tentou bater asas para zarpar logo dali, mas suas asas não foram obedientes aos seus comandos. Percebeu na pele, ou melhor, nas asas o que era a tal de desobediência que seus pais tanto falavam.
Somente agora percebia o perigo que havia se metido.
Lembrou-se que seus pais sempre diziam que onde há fumaça há fogo. Certa vez ouviu a respeito de pessoas que passavam pela estrada e jogavam lixo e aquelas pontas de cigarro também, que além de fazer mal para as pessoas também colocavam em risco os animais, pois quando pegava fogo no mato era um terror. E aquela era exatamente a sua condição, pois a fumaça das folhas começava a aumentar e lhe arder os olhos e o corpo todo. Teve uma ideia de jogar aquela água que estava no fundo da folha de bananeira na ponta vermelha. Mas como fazer aquilo se não tinha nenhuma vasilha por perto? Pensou rápido e teve outra ideia, sugou a maior quantidade de água que pode e assoprou com força. Assoprava, pegava água, assoprava, pegava água, até que concluiu que embora alguns pinguinhos caíssem na ponta do cigarro não eram o suficiente para apagá-lo.
Ficou por uns instantes pensando numa outra maneira. Pensou, pensou e resolveu ir até a ponta da folha, pois quem sabe conseguiria curvá-la o suficiente para a água escorrer e ir direto ao cigarro.
Foi o que fez porem seu peso também não era suficiente para isso.  Foi aí que se recordou de um ditado muito comum entre os vaga-lumes: “numa situação de perigo pisque e quanto mais em perigo mais pisque”.
Assim Vagalino não perdeu tempo, e agradeceu por sua luzinha não ter entrado em curto e estar-lhe obediente. Foi sua salvação que logo nas primeiras piscadas, seus pais e toda turma de amigos alados que tinham sido avisados do caminho que tinha tomado Vagalino, já estavam chegando ao seu socorro. 
Vagalino observou com alegria aquela quantidade toda de luzes e asas vindo em sua direção e teve um grande alívio. Fizeram-lhe massagens nas asinhas que logo ficaram recuperadas. Mas Vagalino não queria ir embora e deixar que aquele cigarro pudesse colocar em risco a mata e prejudicar outros animais que não sabiam voar. Contou o seu plano a todos que resolveram pousar num só momento na folha de bananeira.
Aquela ajuda realmente foi de peso. A folha vergou e a água que estava em seu interior foi direta no cigarro que se apagou de imediato. Assim puderam todos retornar contentes por terem evitado uma tragédia maior. Vagalino chegou a sua casa exausto, no fim de suas forças, porem feliz de todo aquele tormento já ter passado e não ter morrido torrado.
Sentia-se bem consigo mesmo por ter pensado e feito algo também aos demais bichinhos que por lá moravam. Os dias se passaram e Vagalino mostrava com suas atitudes ter aprendido a lição que diz: “é melhor aprender no amor do que na dor”.


domingo, 8 de novembro de 2015

Antagonismo Estatístico



Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

É ou não eSocial? Eis a questão!


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Concessões no Ministério


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A Capital em clima de Natal


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor




sábado, 24 de outubro de 2015

A produção aumenta na indústria de cosméticos


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor





Confraternização no Resort


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Estadia de “Alto Custo”


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A produção aumenta só no Planalto Central


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


terça-feira, 20 de outubro de 2015

sábado, 17 de outubro de 2015

No laboratório da “Capital dos Brioches”


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


Conhecendo melhor a “Capital dos Brioches”


Material utilizado: indignação, lápis e papel A4.

Autor: João de Azeredo Silva Neto

Copyright do autor


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

domingo, 11 de outubro de 2015

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Gostos e desgostos


Quem é amargo
Na amargura está
Quem é açucarado
É prisioneiro do seu próprio melado
Quem é doce
Vive na leveza do seu suave sabor
Escolhas certas ou erradas
Determinam os gostos e desgostos da vida


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O tempo do tempo



Uma criança brincando
O ponteiro do relógio...
lentamente andando
O pai trabalhando
O ponteiro do relógio...
andando
O avô pensando
O ponteiro do relógio...
correndo
Relógios marcando...
O tempo
Atrasando, na hora certa ou adiantando
E o tempo?
Infalível! Preciso!
Sempre no seu tempo
Nunca perdendo tempo



segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Limites e Fronteiras



Incrível a capacidade de alguns seres superarem, como mostrar total falta de limites.
Essa capacidade vai desde o acolhimento dos mais sofridos numa linda demonstração de amor e humanidade, até o impedimento de abrir as suas fronteiras, mesmo em detrimento de ver o outro ser humano nos limites do desespero e da dor causada pela guerra.


sábado, 26 de setembro de 2015

Não há tempo a perder



Triste chato
Chiclete no pé
Diz que delícias no parque é tesão
E quando deita na grama...
Só discute o bobão
O tempo é tão rápido
Só de pensar já se foi
Vive só esperando o amanhã
Jogando fora...
O agora todo na mão




quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Juízo Afinal



Não haverá medo e nem perigo
Você poderá meter o pé na jaca a vontade
Não será despedido, pois seu chefe não vai pitar nada
Assim ficará sem vontade de manda-lo as favas

Não irá gastar seu tempo com loterias
Será uma bobagem!
Todos os bilhetes serão premiados
E vai dar uma merreca para cada um

Nenhum trigo será transgênico
Nem papel higiênico será feito de arvore
Não haverá a transposição do São Francisco
Nem pistolas e nem canhão, acho que isso será bom

O sertão não vai virar mar
E nem o mar irá virar sertão
O que é, continuará como sempre foi
E o que não é, nunca será e fim de papo

Alfa será sempre alfa
E deixará beta em paz
O consumo não te assustará jamais
Pois os cartões ficarão cheios de crédito

Não haverá mais filas
Não haverá mais senhas
Nem prazo para pagamento
E todas as bundas serão quadradas

Não haverá mulheres frutas
Nem homens bananas
Todos serão iguais
Isso evitará muita discórdia e confusão

As Giseles serão como as Marias
Os Zés como os Manés
Os motores terão as mesmas potências
Assim os fusquinhas correrão como as Ferraris

Vestiremos todos da mesma cor
Se for macacão todos de macacão
Se for jaleco branco e estetoscópio no pescoço
Assim será

Times diferentes
Nem pensar
Todos gritarão “goool” na geral
Não importa em que rede a bola entrar

O começo ficará sempre no início
E o fim ficará eternamente em seu devido lugar
Não se chateará da incompetência
Nem se vangloriará da sua fabulosa ereção

Afinal no Dia do Juízo Final, sem enchimento de saco
Iguais descansaremos enfim, todos confiáveis e destemidos
Para sempre no tão sonhado Paraíso
Seja bom ou seja insípido


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Opor a dor


O osso, o caroço
Forca acochando
O nó no pescoço

É grande o enrosco
É fundo de poço

A leveza da pena
De um juízo sem pena
É o povo que pena

O nó da gravata
Aperta que mata


terça-feira, 21 de julho de 2015

Pernas cansadas



Cultivando com afeto e paciência as sementes da tolerância, a colheita ficará mais fácil quando os nossos passos estiverem lentos e o corpo não mais respondendo as expectativas dos pensamentos.


domingo, 12 de julho de 2015

Crianças...(situação 10)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de uma mãe)

- Filha, você não quer comer sendo que tem tanta gente passando fome!
- Dá para eles o meu prato mãe!

(Argumentos repletos de pureza)

"Aprendi a conviver com isto e admirar!"
Gentilmente cedida pela minha amiga Silvana Conterno)


Crianças...(situação 9)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de uma mãe)

- Mãe, por que você tão grande dorme com o papai e eu que sou pequena tenho que dormir sozinha...???


(Doces lembranças! Gentilmente cedida pela minha amiga Silvana Conterno)

Crianças...(situação 8)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência própria)

Eu olhava aquelas luzes de marcação na pista de asfalto e achava maravilhoso aquilo. Uma direitinha na frente da outra, brilhando!

- Pai, que bonita aquelas lâmpadas na pista. Não quebram se passar a roda em cima?
- Não quebram não meu filho. Aquilo é “olho de gato”.
Eu que já estava preocupado imaginando serem lâmpadas e que pudessem quebrar, daí que fiquei apavorado mesmo por ser olho de gato. Fiquei imaginando aquela quantidade incrível de gatos ali na pista e que seriam mortos.
- Pai, não passa em cima não! (falando apavorado)
- Não filho, “olho de gato” é o nome daquelas luzinhas. Se chamam assim por brilharem iguais aos olhos dos gatos. Fique tranquilo que não são gatos.


Lembro-me que fiquei realmente tranquilo após aquela salvadora explicação.


sábado, 11 de julho de 2015

Crianças...(situação 7)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de professora)

Durante a aula a professora percebe que Alexandre está tentando furar a sola do seu tênis com a ponta do lápis.

- Alexandre o que você está fazendo?
- Quero furar aqui professora.
- Mas isso vai estragar o seu tênis! Por que está fazendo isso?
Alexandre põe o dedinho em frente a boca
- Psiiiiuu professora, a mamãe não pode escutar.
- E por que a mamãe não pode escutar?
- Porque é segredo meu e do Papai Noel.


Crianças...(situação 6)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de pai)

Tarde da noite a Bia está com medo e chama o pai para ir ao seu quarto.

- Pai a Sofia (sua boneca) está com medo e não consegue dormir.
- O que está deixando a Sofia com medo filha?
- Ela disse que a janela está “muito de noite”.
- Que bom que ela falou filha, assim o papai acende a luz do abajur para ir embora o medinho dela. (o pai acende o abajur e fica uns dez minutos deitado com a Bia e sua bonequinha)
- E agora, já passou o medo da Sofia?
- Ela disse que já papai, mas pediu pra você esperar mais um pouquinho até ela dormir.



Crianças...(situação 5)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de uma mãe)

A criança fazia carinho nos cabelos da mãe que estava deitada no sofá, entretida com a novela.

- Posso brincar de cabelereira mãe?
- Pode filha, eu adoro você mexendo nos cabelos da mamãe!
“Segundos” depois...
- Olha mãe, já cortei um montão!  (Helena feliz mostra a tesoura e um chumaço de cabelos na mão)



Crianças...(situação 4)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de uma mãe)


A televisão noticiava a morte do nosso estimado “Dominguinhos”

Maria Clara:
- Existe também “Sabadinhos” mãe?



(Doces lembranças! Gentilmente cedida pela minha amiga Priscila Couto Zillo)

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Crianças...(situação 3)


Crianças... essas criaturinhas maravilhosas, que gosto tanto de ver e ouvir

História real (vivência de uma professora)

Professora trabalhando sobre animais, solicita as crianças que desenhem uma girafa

Depois de algum tempo:
Rafaela mostra o seu desenho e explica toda orgulhosa o que desenhou para a professora
Pedro Henrique também mostra feliz o seu trabalho
Na vez do Rafael, que sempre foi contestador, mostra todo alegre um belo desenho, bem colorido, com arvores, nuvens, sol, diversos bichos, porém sem a girafa.
- Rafael onde está a girafa?
- Ela acabou de sair professora.



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