segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Essa questão de “estrelismo” é complicada



Na época do Russo a Globo pode aposenta-lo com 35 anos de serviço e ainda mantê-lo em atividades por mais um bom tempo.
Diante de um certo choramingo televisivo, a Globo resolveu conceder ao Jô os mesmos direitos a aposentadoria que concedeu ao Russo. Desta maneira correm informações de bastidores, ainda não confirmadas, que a Globo resolveu renovar o seu contrato até 16 de janeiro de 2.038, quando Jô já estará com o tempo exigido pela Previdência Social para sua aposentadoria.
A única imposição feita por Jô a emissora foi quanto a substituição do Bira, que reclama de dores oriundas de sua intensa atividade no programa.
Consultado por esta redação, Bira disse que também quer se aposentar por tempo de serviço igual ao Jô. Solicita da emissora apenas ajuda financeira para uma cirurgia que necessita fazer e assim ir tocando no Quinteto do Jô até 05 de setembro de 2034.
Tentou manter em segredo, mas acabou revelando que ao longo desse tempo com Jô, ficou com as pregas labiais estouradas e frouxas pelo tanto que deu aquelas risadas forçadas durante as gracinhas do apresentador, mas que está confiante com as possibilidades reparadoras de uma cirurgia plástica ou até, quem sabe, um bom preenchimento com botox possa dar-lhe o amparo necessário para manter-se no ar até lá.
Comentou ainda que Liminha parece ter o mesmo problema, mas que já tem a sua cirurgia agendada pelo SUS.

Gente..., como é difícil e sofrido os bastidores no Mundo das Celebridades! 


Natal melancólico com Roberto Carlos



Olha que gosto muito do Roberto Carlos, como dos convidados que costuma convidar para o seu famoso Show de Natal, mas este ano foi difícil manter-me assistindo.
As músicas, todas maravilhosas, foram apresentadas em um ritmo melancólico, que representa bem a situação do nosso querido Brasil em seu momento atual, ou seja: uma mistura de "bem devagar no compasso depressivo".
Nosso mestre Martinho da Vila, mesmo que quisesse não conseguiria dar essa condição para seu famoso samba "é devagar, devagarinho". 
O que deu um pouco mais de ritmo foi o Zeca Pagodinho com sua forma alegre e descontraída de cantar, assim mesmo até ele estava dentro de um modelo comportado demais.
A espetacular e impecável Marisa Monte também acabou rendendo-se ao ritmo imposto pela direção musical do programa.
Que pena, faltou mais tempero para que o sabor agradável da apresentação do ano passado se repetisse.
É, até no Show do Roberto Carlos esses políticos conseguiram roubar o vigor de nossa inatingível primeira linha da MPB. 



Maus-tratos

  
O estado físico do perverso é tão doloroso quanto a de seu psíquico.
O que faz com o outro já é uma consequência.



sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

"The End" to the Political Mogwais and Gremlins




Tem certos políticos que são semelhantes aos Mogwais e por esse motivo existem três regras básicas que nunca podem ser esquecidas:

1ª. – Eles não podem entrar em contato com a água. Adoram o cheiro do ralo, a “sujeira”, o ilícito (corrupção – falcatrua – extorsão - desvio de verba -  mentira - traição).
Não suportam Lava-Jato pois é muita agua, sabão, palha de aço e esfregão removendo aquela sujeira toda.

2ª. - Não gostam da luz.
Por esse motivo se utilizam de reuniões na calada da noite para promoverem aprovações de leis que favoreçam a pilantragem.
A luz forte os irrita, principalmente quando estão sendo interrogados. A clareza das coisas os atormentam, por esse motivo gostam do “confuso”. Se utilizam com espanto, habitualmente e habilidosamente de jargões tais como: “não foi bem assim”, “vou explicar tudo no fim do processo”, “não me lembro como esse dinheiro foi parar na minha conta”, “eu nem sabia que tinha esse imóvel”, “não é meu, mas também não sei explicar de quem é”, coisas desse gênero.
A luz do Sol pode matá-los e por esse motivo o melhor é conserva-los trancados em selas escuras.

3ª. – Essa regra é a mais hedionda delas.
Utilizando-se da proteção das imunidades, impunidades, da leveza e fragilidades das leis em vigor e de informações privilegiadas, “sondam” (só  uma analogia a Petrobras) uma fonte de vantagens ilícitas. Aí eles encasulam-se, formam lobbys poderosíssimos, grupos partidários de todos os tipos de nocividades, passam por uma metamorfose do capeta, elaboram, dão o golpe e dividem as cotas.

                               - o -

Como esses Mogwais Políticos gostam de se passar por bichinhos bonzinhos, honestos, que beijam e abraçam candidamente os populares na rua, pegam criancinhas no colo, visitam pobres e doentes, essas regras podem não ser observadas pela população.
Portanto, vai aqui o meu alerta!
Fiquem atentos, observem quem é quem na hora de dar o seu voto.
Temos que contê-los antes que façam as suas lambanças.
Não importa o quanto ele chore, o quanto ele suplique, nunca, nunca o alimente com seu voto de apoio, pois são maus e ardilosos.
Depois que tem o seu SIM garantido na urna, transformam-se em Gremlins Políticos ao se banharem livremente nas amplas piscinas da corrupção.
Daí é o perereco pois espalham a pobreza, a dor, a destruição de nossa bela Nação.
Enquanto alguns organismos governamentais que ainda possuímos seguem erradicando esses peçonhentos, vamos continuar unidos, manifestando-nos dentro dos princípios da cidadania, da ordem e do civismo.



       

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O corpo morre, mas o afeto não




O corpo morre e o afeto que habitou e deu vida por tanto tempo àquele corpo continua vivo.

Vivo nas lembranças, vivo na motivação dos corações que se deixaram encantar por esses afetos.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Assim não dá mais não



Tudo que façamos com amor, respeito e ponderação é valido para mudarmos o destino de Nossa Nação. O que não tem sentido é ficarmos esperando que as nossas esperanças venham do céu, de braços cruzados, na inanição, enquanto os salafrários agem pra valer, solapando e tirando as esperanças de nosso belo povo brasileiro. Façam por menos que façam, mas façam! Não fiquem dormindo. Aí sim, vamos mudar esta Nação.




Assim não dá
Assim não dá mais não                               
O povo não aguenta mais a corrupção
Pagamos mil impostos pra ficarmos na mão

Não, não, não, assim não dá mais não

São muitos tipos de covardes
Chupim, chupinzão
Blindados de impunidade
Aproveitando da nação

Não, não, não, assim não dá mais não

Enquanto essa “elite” salafraria
Se deleita do dinheiro sujo
Obtido nos esquemas da “quadrilhagem”
Da pilhagem da classe operária
O trabalhador honrado
Sofrido assalariado
Tenta passar o mês com seu salário minguado

Não, não, não, assim não dá mais não

Solaparam o nosso emprego
É fila imensa no hospital, não há vagas, não há leitos
Como fica a cirurgia que o coitado tem que fazer?
Sabem o que dizem?
Se vira cidadão

Pra esse povo abandonado
Que não tem pra onde correr
Sabem o que dizem?
Se virem... , não adianta recorrer
Só há dinheiro pra nós... prá nós
Pra vocês...?
Não há nada de bom
Não há escolas, nem saúde
Não há segurança
Nem dinheiro!

Não, não, não, assim não dá mais não

E isso que eles querem
Tirar as esperanças da Nação
Manter a pobreza
A falta da cultura, o desespero
Querem o povo acorrentado
Se contentando com migalhas
Vivendo no cativeiro
Mas eu digo

Não, não, não, assim não dá mais não

Não vamos deixar que a morte
Seja a nossa única solução
Vamos nos unir
Assim seremos mais fortes
Não vamos nos calar
Vamos denunciar
Essa classe inimiga que maltrata
Que acaba com a Nação
Mostrar em cada novo e pensado voto
O que é ser um grande brasileiro
Mudando nossas atitudes
Nossa forma de pensar
De analisar
Ver e rever as questões
Com ponderação
Aceitar ou não aceitar
Trabalhando juntos
Aí sim, vamos fazer a diferença
Faremos a beleza da Nação

Não, não, não, assim não dá mais não


(Ritmo de Reggae)

Vivendo como irmãos



Tem casais que passam uma vida vivendo como irmãos. Alguns como recurso para sobreviverem diante de tal impotência, enchem-se de fé e esperança num resultado vindo dos céus. Ali ficam pacientemente esperando em sua zona de conforto, olhando indignados para o resultado que já vem obtendo do: “nada muda! ”.
Outros não ficam na esperança do porvir, agem diante da dor, rompem com a inanição, procuram ajuda e vencem. Não se permitem a mesmice, seja a solução repararem a questão de vez e viverem felizes, ou a separação.
Ficarem como estão: “não”. Não há espaço para “vamos dar um tempo” para a felicidade.
Felicidade clama por atitudes.




 “Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.” Apocalipse 3:15-16 



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