segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

ANO NOVO, VIDA NOVA, ou não?




Um “Feliz Ano Novo” pleno de saúde e alegrias é o que mais o ser humano deseja a cada virada de ano. E quem não quer algo tão prazeroso assim? Para 2020 não seria diferente.
“Ter” algo novo é fácil, o dia a dia vem espontaneamente, sem inclusive, que necessitemos fazer algo por isso. Basta deixarmos sem esforço algum, que cada dia venha um após o outro e assim teremos o nosso novo dia.
“Viver” um novo dia, um novo tempo, um novo ser, um ser realmente humano, não é tão simples como desejamos durante os abraços nas festas do réveillon. Que delícia, se assim fosse!
“Viver” exige esforço, exige atitude, não acontece espontaneamente e nem ao acaso.
Exige que cuidemos da terra, peguemos no arado, que lancemos as sementes e a protejamos dos predadores, que aguentemos firmes até a colheita, para assim, saborearmos com gosto, o resultado de tal esforço.
Ser o que sempre foi é simples, basta deixar-se continuar na mesmice, sem vida, sem ânimo.
Destruir é mais fácil, basta abrirmos mão de tudo e de nós mesmos, fecharmos os olhos para aquilo que realmente tem valor.
Construir é mais complexo, mais trabalhoso, necessita do nosso envolvimento, porém propicia mais garantias de um Novo Tempo. 
O viver começa já, tanto na proposta como na atitude.
O Ano Novo, 2020 e todos os próximos, já começou desde o seu nascimento, faça, viva e aproveite sempre.
Tim, tim...

Autor: João de Azeredo Silva Neto
Membro da Academia Jacarehyense de Letras
Cadeira nº 4 – Patrono Orlando Hardt
 
  

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Como é bom seu cafuné



Como é bom seu cafuné

Autor Letra e Música: João de Azeredo Silva Neto
Ritmo: Samba


Que saudades da Gorette
Que é garçonete lá no “21”
Depois do expediente, dá aula de balé
Lá em Sumaré

O tempo foi passando
Gorette se virando
Pra sobreviver

Cada dia que surgia
Meu coração dizia
Eu não posso te perder


Eu estou apaixonado
Seu cafuné é bom demais
Com você quero casar
Eu sou um bom rapaz
Meu amor é pra valer

Gorette minha Musa
Minha amada, salve, salve!
Você é de derreter

Gorette minha Musa
Minha amada, salve, salve!
Quero sempre só você   (e com você)


terça-feira, 15 de outubro de 2019

Homenagem aos meus professores



Ontem ao me deitar pensei: “amanhã, dia 15 de outubro vou fazer um agradecimento aos meus professores pelo tanto que me ensinaram e que, com esses ensinamentos pude ser alguém melhor e também contribuir com algo melhor para outras pessoas”.
Assim foi!
Peguei o lápis, pois gosto de lápis até hoje e, antes mesmo de tocar o grafite no papel, pensei em agradecer a minha mãe, Maria Aparecida (Cidóca), a minha esposa Sueli, ambas professoras, não só na bela arte do ensino, como na delicadeza e no afeto. “Mestras completas”.
Achei justo e merecido e coloquei o grafite no papel pra trabalhar.
Naturalmente as lembranças foram planejando as próximas palavras, linhas e capítulos dedicados a outros tantos generosos mestres que conheço.
Assim, mergulhado nesses pensamentos o lápis simplesmente parou de trabalhar. A mente mergulhou pra valer na festa da gratidão, pelos tantos presentes que já recebi através de “suas atitudes” e que tenho a satisfação de dizer: “muito obrigado queridos mestres e mestras” para cada nome e momento lembrado.


terça-feira, 25 de junho de 2019

Um amor que foi para o brejo

Artigos publicados na Revista da Academia Jacarehyense de Letras - nº 1 - maio/junho de 2019


domingo, 12 de maio de 2019

Feliz dia das mães

Parabéns a todas as queridas mães, que com todas as facilidades e também nas árduas dificuldades, venceram obstáculos incríveis no afetivo ensino de prosseguirmos na gostosa, mas também complexa, arte do viver.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Cafuné gostoso


Um passarinho pousou na minha mão
Tão colorido, arco-íris de emoção
Dei-lhe água, comida, mas não quis

O que pediu?
O meu amor!

Dei-lhe carinho
Toda a minha atenção
E as carícias... 
Do meu gostoso cafuné

E quem não qué?




sábado, 16 de fevereiro de 2019

Opções


Quem passou pela vida
Como uma folha de papel
E nada escreveu...
Viverá do amargor do seu fel
Sem provar o sabor mel
De quem tudo viveu

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