domingo, 26 de abril de 2015

Tá quente, tá frio



Aquele vestido de tecido fino
Solto sobre a pele
Insinuava, buscava...
Excitava

Eu despia aquele corpo
E aquele corpo...os meus pensamentos
Sabíamos disso, é claro
Fazia parte do momento

Um corpo buscando um olhar
E um olhar correspondendo ao corpo
Brinquedo de corações que se desejam
Antigo jogo do “tá quente, tá frio”

O fio fino e suave do algodão
A transparência do vestido de condão
Pouco a pouco estimula a trama
Até nocautear os incautos amantes


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