sábado, 14 de março de 2015

Um amor de atitudes



Em plenos tempos de corrupção
De pilhagens, de pilantragens
A alma fervorosa se apega a oração

Pede com imensa devoção
Que a divina providência
Se encha de dó e comoção

Que olhe e ampare as tantas Marias e Josés
Que liberte a todos, sem discriminação
Do copioso sofrimento de sua nação

Pobre homem de fé
Que ficará até a morte
De mãos postas à própria sorte

Ajoelhado ou em pé, não importa
Aguardando por um milagre
Dentro de sua sofrida tenda de morte

Acreditando em vão que o amor
É um ato paciencioso de fé e oração
Um aguardar tímido dos céus

E não uma atitude firme dos grandes valentes
Que não madornam na estrada dura e pedregosa
Mas sim, movimentam as montanhas com atitudes


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